Leitura em Casa
terça-feira, 25 de junho de 2013
Situação de Aprendizagem de Marlene Theodoro Bicudo
Texto: “No Aeroporto”
Trabalhando a oralidade
1) Fazer a leitura do 1º parágrafo do
texto e indagar a respeito de quem
poderia ser Pedro. Repetir a mesma estratégia com os demais parágrafos do
texto.
2) Montar um quadro na lousa com as
hipóteses levantadas pelos alunos com as
justificativas adequadas para cada hipótese.
3) Pedir uma pesquisa para os alunos
sobre o autor Carlos D. de Andrade
Interpretação de texto
4) Este texto de Drummond fala sobre o
que?
5) Onde se passa a história e com quem?
O que é Galeão? ( Localizar informações, inferências locais)
Ainda fazendo inferências: Por que a relação do narrador com Pedro nos
parece estranho (antes do desfecho)?
6) Qual foi a intenção do autor ao expor
o estranho comportamento de seu amigo?
Intertextualidade
Texto: “Trem- Fantasma”,
de Nilton Maciel
7) Interdiscursividade na estética: O que
há em comum entre os textos?
8) Apreciações: estética afetiva. Qual dos
dois textos surpreende mais?
9) No texto de Drummond, se o amigo Pedro
não fosse uma criança, as atitudes compreensivas do narrador seriam as mesmas?
10) O velho e a
criança tem muito em comum.
a) Quais as marcas do texto mostram essas
semelhanças?
b) O narrador é jovem ou velho?
Justifique com palavras do texto.
Um pouco de gramática
11) Retirar palavras e expressões que deem
dicas de quem é Pedro, procurando classificá-las morfologicamente e explicando
a sua função no texto (nominar, caracterizar,mostrar uma ação, etc.).
Redação
12) Propor a produção de um pequeno texto
narrativo, em grupos, que seja surpreendente, em que o grupo deva fazer o jogo
de mostrar e ocultar, para apresentar a classe de forma dinâmica.
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Oficina 2
“A teoria na prática” ( 2º momento)
Texto: “Meu primeiro beijo” de Antonio Barreto
1) O
professor, antes de fazer a leitura do texto para a classe,instigar a
curiosidade dos alunos perguntando:
- Quem aqui já deu um primeiro beijo?
Quem aqui se lembra do seu primeiro beijo?
2) O texto
é entregue aos alunos e o professor faz a primeira leitura.
3) Os alunos acompanham a leitura em
duplas( um mais forte e um mais fraco, a fim de que o mais forte auxilie na
leitura do mais fraco.
4) Após a leitura, fazer com que o
aluno perceba a diferença entre o autor do texto e o narrador. Em que momento
se percebe que o narrador é uma menina, enquanto o autor é um homem?
5) Um dos espaços da narrativa é a escola. Em que aula o “ cultura
inútil” manda um bilhetinho para ela?
6) Há no texto termos próprios da
disciplina em questão. Quais são eles e quais seus significados?
7)
Já encontramos a narradora da história e identificamos o foco narrativo
em 1ª pessoa. Você consegue identificar os outros elementos da narrativa?
·
Tempo
·
Espaço
·
Personagens
·
Enredo
8)
Qual a expressão da gíria que aparece no 4º parágrafo do texto?
9)
Hoje chamaríamos os “cultura inúteis” de nerds. Você já tentou compreender por
que os nerds são tão discriminados nos espaços da escola
10)
No 1º parágrafo, a narradora faz uma pergunta que mostra que ela o discrimina
também. Qual foi esta pergunta?
11) A
narradora gostou do seu 1º beijo. E você?
Pesquisa na
internet
·
Pesquisa
quem foi Paracelso. Fazer sua
bibliografia.
·
Pesquisar
glicose, metabolismo, bactéria, albumina, substâncias orgânicas, matérias
graxas, sais.
Oficina 3
- “Planejar é preciso”
Plano de aula
Apresentar a crônica “A velha contrabandista” de Stanislaw
Ponte Preta/ “Brasileiro: homem de amanhã” de Paulo Mendes Campos.
Objetivos
Geral: apresentar o gênero crônica e suas características.
Específico: trabalhar a narração, a compreensão do texto, a leitura em voz alta e
silenciosa, pontuação do texto, personagens enredo, tempo, espaço, função
social, produção de texto e correção individual.
Período de realização: 8 aulas de Língua Portuguesa ( 4 aulas para crônica,
trabalhando o humor e 4 aulas para a 2ª crônica trabalhando a crítica).
Justificativa:
Atender às competências e habilidades exigidas para o 8º ano.
Estratégia:
Leitura de textos apresentados em voz alta pelo professor,
discussão sobre os mesmos, apresentação das características do gênero,
compreensão global do texto, através de perguntas que visem a interpretação dos
mesmos, questões de múltipla escolha, relacionar uma notícia sobre contrabando
com a crônica “Brasileiro: homem de amanhã com as histórias em quadrinhos(gibi)
do Zé Carioxca). Relacionar o personagem Pedro Malazarte com o personagem da “
Velha Contrabandista”.
Metas: Desenvolver a capacidade de reconhecimento, compreensão, interpretação
e produção do gênero crônica, trabalhando as competências leitoras e escritora.
Recursos: Material impresso (xerox), notícias de jornal e gibis, lousa, giz e
charges.
Avaliação: Produção de uma crônica pelo aluno para identificar sua compreensão do
gênero.
Situação de aprendizagen Ricardo
Grupo
1
Componentes:
Jucélia R. Braga
Luiza Helena Favaretto
Lilian Costa
Hellen Cristina Moretti
Ilza Ap. A. Barreto
Juliana Custódio Pereira
Maria Angela de Oliveira
Oficina
1
Ler ou compreender,
eis a questão
2º momento (Reflexão: A teoria na prática)
As
práticas de Linguagem e os Gêneros (Dolz e Schneuwly p. 50 a 53)
Nas práticas de ensino, os gêneros são utilizados como
instrumentos. Para isso, é preciso avaliar o que os alunos já dominam, para que
posteriormente, criar situação que viabilize uma nova aprendizagem.
As técnicas/práticas do trabalho oral também podem ser
elaborados e desenvolvidos com o uso de
diversos gêneros textuais aproveitando a história do aluno. Um exemplo de
mediação por parte do professor, pode ser o de preparo e a apresentação de
debates sobre temas relacionados aos problemas da comunidade. Neste momento, o
professor será o mediador que fará intervenções e adaptações que estimulem a
participação de todos.
Para as atividades comunicativas complexas deverá ser feita
uma abordagem um a um, separadamente, uma vez que os alunos ainda não estão
aptos a realizar sozinhos. Possibilitando um aprendizado uniforme, assim todos
adquirem conhecimento, fornecendo aos alunos instrumentos necessários para
progredir.
____________________________________________________
4º momento A prática fundamentada na teoria
Texto: “No aeroporto”
·
Abordagem dos conhecimentos prévios
·
Grau
de conhecimentos - Espaço/tempo
-
Elementos da narrativa
·
Vocabulário
-Trabalhar
nos textos as palavras desconhecidas
-Checagem
de hipóteses -Quem é Pedro?
-Qual a relação de Pedro com as
pessoas da casa?
-Que imagem eles fazem de Pedro?
·
Perguntas:
1- O que Pedro fazia para ser querido?
2- Qual o grau de parentesco de Pedro
com o narrador?
3- Que imagem o texto passa para os
tutores?
·
Recursos de estilos:
-
Durante a leitura grife as palavras com dificuldades.
-
Essas palavras dificultam o entendimento do texto?
Oficina 2
Olhar apurado para a diversidade
Antes:
Fazer
uma pesquisa sobre avestruz
-País de origem
-Criação
-Reprodução
-Adaptação
Trabalhar
textos sobre animais de estimação.Inclusive uma notícia que tem no “São Paulo
Faz Escola” sobre adoção de animais.
·
Passar
o filme: “Marlei e eu”
·
Mostrar
as dificuldades de se criar um animal grande em um ambiente desfavorável.
Depois:
Fazer
a leitura do texto e promover um debate sobre o tema observando as dificuldades
que aparece no texto.
·
Apartamento
·
centro
da cidade
·
Tamanho
da ave
·
Peso
·
Principalmente
qualidade de vida das pessoas e da ave
·
Por
fim um painel com animais de estimação de cada aluno
·
Roda
de conversa: quem cuida? Como cuida e quanto custa para cuidar?
·
Finalizar
com um relato de experiência: “Eu e meu bichinho de estimação”
Oficina 3
Planejar é preciso
Período: 12 aulas
Público
alvo: Uma classe de 40 alunos do
6º ano/5ª série
Justificativa:
O
vocabulário restrito e estruturado na oralidade dificultam a compreensão de textos pelos
alunos. Estimulá-los a busca de significados para palavras e estruturas de
frases estranhas. Desenvolver a habilidade de inferir sentido pela formação de
palavras, sinônimos de acordo com o contexto permite a primeira aproximação
mais significativa. O reconhecimento do uso de jargão técnico e sentido
denotativo amplia recursos de leitura
compreensiva. Além da prática do uso de dicionários. E por fim,
reconhecer a linguagem escrita como uma linguagem diferente da oral, com seus
recursos técnicos e estilísticos colabora no aperfeiçoamento de leitores e
escritores.
Plano de aula
Em
virtude dos resultados do Saresp- Sistema de avaliação do Estado de São Paulo e
das avaliações diagnósticas do início do ano de 2013, nas quais os alunos
apresentarem dificuldades de interpretação de textos e de enunciados foi
elaborado pelo grupo esse plano de aula para ampliar o vocabulário restritos, a
maioria dos alunos apresentaram estruturação das produções textuais marcada
pela oralidade.
Objetivo
geral:
·
Desenvolver
habilidade de leitura, através de vocabulário.
Objetivo
específico:
·
Desenvolver
o vocabulário da crônica “ Já não se fazem pais como antigamente” de Lourenço
Diaféria, com os conceitos gramaticais de: sinônimos, derivação, conotação e
derivação, linguagem formal e informal e jargão técnico, pontuação e ainda
variação lingüística.
Metas:
·
Ampliar
o vocabulário e técnicas de leitura em 60% dos alunos.
Cronograma:
1ª a 3ª aula
Assistir e comentar o filme: “ O paizão” em DVD
4ª e 5ª aula
Levantamento do vocabulário. Uso dos dicionários. Conceito de
derivação, sinônimos e conotação das palavras do texto: “ Já não se fazem mais
pais como antigamente”. Após sua leitura compartilhada.
6ª e 7ª aula
Linguagem formal, informal e jargão técnico, levantamento das
palavras. Transcrever a linguagem informal para formal.
8ª e 9ª aula
Conceitos de variação lingística, identificação da
estruturação do texto e o uso da linguagem em cada personagem.
10ª a 12ª aula
Avaliação: Produção textual
Recursos:
Dicionários e dicionário on line
Vídeo: “Paizão”, DVD e
TV
Avaliação: Produção textual com o mesmo título da crônica,
utilizando os conhecimentos adquiridos sobre o vocabulário.
Situação de aprendizagem Juliana
Grupo 1
Componentes:
Jucélia R. Braga
Luiza Helena Favaretto
Lilian Costa
Hellen Cristina Moretti
Ilza Ap. A. Barreto
Juliana Custódio Pereira
Maria Angela de Oliveira
Oficina 1
Ler ou compreender, eis a questão
2º momento (Reflexão: A teoria na prática)
As práticas de Linguagem e os Gêneros (Dolz e Schneuwly p. 50 a 53)
Nas práticas de ensino, os gêneros são utilizados como instrumentos. Para isso, é preciso avaliar o que os alunos já dominam, para que posteriormente, criar situação que viabilize uma nova aprendizagem.
As técnicas/práticas do trabalho oral também podem ser elaborados e desenvolvidos com o uso de diversos gêneros textuais aproveitando a história do aluno. Um exemplo de mediação por parte do professor, pode ser o de preparo e a apresentação de debates sobre temas relacionados aos problemas da comunidade. Neste momento, o professor será o mediador que fará intervenções e adaptações que estimulem a participação de todos.
Para as atividades comunicativas complexas deverá ser feita uma abordagem um a um, separadamente, uma vez que os alunos ainda não estão aptos a realizar sozinhos. Possibilitando um aprendizado uniforme, assim todos adquirem conhecimento, fornecendo aos alunos instrumentos necessários para progredir.
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4º momento A prática fundamentada na teoria
Texto: “No aeroporto”
-Checagem de hipóteses -Quem é Pedro?
-Qual a relação de Pedro com as pessoas da casa?
-Que imagem eles fazem de Pedro?
2- Qual o grau de parentesco de Pedro com o narrador?
3- Que imagem o texto passa para os tutores?
- Essas palavras dificultam o entendimento do texto?
Oficina 2
Olhar apurado para a diversidade
Antes:
Fazer uma pesquisa sobre avestruz
-País de origem
-Criação
-Reprodução
-Adaptação
Trabalhar textos sobre animais de estimação.Inclusive uma notícia que tem no “São Paulo Faz Escola” sobre adoção de animais.
Fazer a leitura do texto e promover um debate sobre o tema observando as dificuldades que aparece no texto.
Planejar é preciso
Período: 12 aulas
Público alvo: Uma classe de 40 alunos do 6º ano/5ª série
Justificativa:
O vocabulário restrito e estruturado na oralidade dificultam a compreensão de textos pelos alunos. Estimulá-los a busca de significados para palavras e estruturas de frases estranhas. Desenvolver a habilidade de inferir sentido pela formação de palavras, sinônimos de acordo com o contexto permite a primeira aproximação mais significativa. O reconhecimento do uso de jargão técnico e sentido denotativo amplia recursos de leitura compreensiva. Além da prática do uso de dicionários. E por fim, reconhecer a linguagem escrita como uma linguagem diferente da oral, com seus recursos técnicos e estilísticos colabora no aperfeiçoamento de leitores e escritores.
Plano de aula
Em virtude dos resultados do Saresp- Sistema de avaliação do Estado de São Paulo e das avaliações diagnósticas do início do ano de 2013, nas quais os alunos apresentarem dificuldades de interpretação de textos e de enunciados foi elaborado pelo grupo esse plano de aula para ampliar o vocabulário restritos, a maioria dos alunos apresentaram estruturação das produções textuais marcada pela oralidade.
Objetivo geral:
Objetivo específico:
1ª a 3ª aula
Assistir e comentar o filme: “ O paizão” em DVD
4ª e 5ª aula
Levantamento do vocabulário. Uso dos dicionários. Conceito de derivação, sinônimos e conotação das palavras do texto: “ Já não se fazem mais pais como antigamente”. Após sua leitura compartilhada.
6ª e 7ª aula
Linguagem formal, informal e jargão técnico, levantamento das palavras. Transcrever a linguagem informal para formal.
8ª e 9ª aula
Conceitos de variação lingística, identificação da estruturação do texto e o uso da linguagem em cada personagem.
10ª a 12ª aula
Avaliação: Produção textual
Recursos:
Dicionários e dicionário on line
Vídeo: “Paizão”, DVD e TV
Avaliação: Produção textual com o mesmo título da crônica, utilizando os conhecimentos adquiridos sobre o vocabulário.
Componentes:
Jucélia R. Braga
Luiza Helena Favaretto
Lilian Costa
Hellen Cristina Moretti
Ilza Ap. A. Barreto
Juliana Custódio Pereira
Maria Angela de Oliveira
Oficina 1
Ler ou compreender, eis a questão
2º momento (Reflexão: A teoria na prática)
As práticas de Linguagem e os Gêneros (Dolz e Schneuwly p. 50 a 53)
Nas práticas de ensino, os gêneros são utilizados como instrumentos. Para isso, é preciso avaliar o que os alunos já dominam, para que posteriormente, criar situação que viabilize uma nova aprendizagem.
As técnicas/práticas do trabalho oral também podem ser elaborados e desenvolvidos com o uso de diversos gêneros textuais aproveitando a história do aluno. Um exemplo de mediação por parte do professor, pode ser o de preparo e a apresentação de debates sobre temas relacionados aos problemas da comunidade. Neste momento, o professor será o mediador que fará intervenções e adaptações que estimulem a participação de todos.
Para as atividades comunicativas complexas deverá ser feita uma abordagem um a um, separadamente, uma vez que os alunos ainda não estão aptos a realizar sozinhos. Possibilitando um aprendizado uniforme, assim todos adquirem conhecimento, fornecendo aos alunos instrumentos necessários para progredir.
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4º momento A prática fundamentada na teoria
Texto: “No aeroporto”
- Abordagem dos conhecimentos prévios
- Grau de conhecimentos - Espaço/tempo
- Vocabulário
-Checagem de hipóteses -Quem é Pedro?
-Qual a relação de Pedro com as pessoas da casa?
-Que imagem eles fazem de Pedro?
- Perguntas:
2- Qual o grau de parentesco de Pedro com o narrador?
3- Que imagem o texto passa para os tutores?
- Recursos de estilos:
- Essas palavras dificultam o entendimento do texto?
Oficina 2
Olhar apurado para a diversidade
Antes:
Fazer uma pesquisa sobre avestruz
-País de origem
-Criação
-Reprodução
-Adaptação
Trabalhar textos sobre animais de estimação.Inclusive uma notícia que tem no “São Paulo Faz Escola” sobre adoção de animais.
- Passar o filme: “Marlei e eu”
- Mostrar as dificuldades de se criar um animal grande em um ambiente desfavorável.
Fazer a leitura do texto e promover um debate sobre o tema observando as dificuldades que aparece no texto.
- Apartamento
- centro da cidade
- Tamanho da ave
- Peso
- Principalmente qualidade de vida das pessoas e da ave
- Por fim um painel com animais de estimação de cada aluno
- Roda de conversa: quem cuida? Como cuida e quanto custa para cuidar?
- Finalizar com um relato de experiência: “Eu e meu bichinho de estimação”
Planejar é preciso
Período: 12 aulas
Público alvo: Uma classe de 40 alunos do 6º ano/5ª série
Justificativa:
O vocabulário restrito e estruturado na oralidade dificultam a compreensão de textos pelos alunos. Estimulá-los a busca de significados para palavras e estruturas de frases estranhas. Desenvolver a habilidade de inferir sentido pela formação de palavras, sinônimos de acordo com o contexto permite a primeira aproximação mais significativa. O reconhecimento do uso de jargão técnico e sentido denotativo amplia recursos de leitura compreensiva. Além da prática do uso de dicionários. E por fim, reconhecer a linguagem escrita como uma linguagem diferente da oral, com seus recursos técnicos e estilísticos colabora no aperfeiçoamento de leitores e escritores.
Plano de aula
Em virtude dos resultados do Saresp- Sistema de avaliação do Estado de São Paulo e das avaliações diagnósticas do início do ano de 2013, nas quais os alunos apresentarem dificuldades de interpretação de textos e de enunciados foi elaborado pelo grupo esse plano de aula para ampliar o vocabulário restritos, a maioria dos alunos apresentaram estruturação das produções textuais marcada pela oralidade.
Objetivo geral:
- Desenvolver habilidade de leitura, através de vocabulário.
Objetivo específico:
- Desenvolver o vocabulário da crônica “ Já não se fazem pais como antigamente” de Lourenço Diaféria, com os conceitos gramaticais de: sinônimos, derivação, conotação e derivação, linguagem formal e informal e jargão técnico, pontuação e ainda variação lingüística.
- Ampliar o vocabulário e técnicas de leitura em 60% dos alunos.
1ª a 3ª aula
Assistir e comentar o filme: “ O paizão” em DVD
4ª e 5ª aula
Levantamento do vocabulário. Uso dos dicionários. Conceito de derivação, sinônimos e conotação das palavras do texto: “ Já não se fazem mais pais como antigamente”. Após sua leitura compartilhada.
6ª e 7ª aula
Linguagem formal, informal e jargão técnico, levantamento das palavras. Transcrever a linguagem informal para formal.
8ª e 9ª aula
Conceitos de variação lingística, identificação da estruturação do texto e o uso da linguagem em cada personagem.
10ª a 12ª aula
Avaliação: Produção textual
Recursos:
Dicionários e dicionário on line
Vídeo: “Paizão”, DVD e TV
Avaliação: Produção textual com o mesmo título da crônica, utilizando os conhecimentos adquiridos sobre o vocabulário.
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